Ana Rüsche

Ana Rüsche (São Paulo, SP, 1979) é escritora e pesquisadora. Defendeu sua tese de doutorado sobre feminismo e utopia na Universidade de São Paulo e realizou seu pós-doutorado na Teoria Literária na mesma instituição. Como poeta, estreou com “Rasgada” (2005), publicado depois no México; e publicou outros livros de poesia — “Sarabanda” (2007), “Nós que adoramos um documentário” (2010), “Furiosa” (2016), e a plaquete “Monstruosidades: Tudo o que já falei e ninguém nunca escutou” (2019), editada por Lubi Prates e Carla Kinzo. Ana também escreve prosa, tendo publicado, entre outros, “Do amor: o dia em que Rimbaud decidiu vender armas” (2018), “A telepatia são os outros”, finalista do Jabuti e publicado na Itália, e “Carga viva” (2025). Na crítica, publicou “Quimeras do agora: literatura, ecologia e imaginação política no Antropoceno” (2025).